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Quinta, 10 Maio 2018 15:49

Gaeco investiga fiscal da Vigilância que usava empresa própria para emitir licenças

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O promotor Sandres Sponholz, da 4ª Promotoria de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público do Ministério Público de Toledo, informou esta semana que o MPE trabalha para concluir os procedimentos realizados pelo Gaeco (o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) que culminou com o afastamento de servidor lotado no Departamento de Vigilância Sanitária do Município.

De acordo com os fatos, o funcionário da Prefeitura é apontado como suspeito de “em conluio com outros fiscais da Vigilância Sanitária”, ter exigido de diversos fiscalizados a contratação da empresa de dedetização de sua propriedade como condição para a concessão de licenças e alvarás de funcionamento. O procedimento é feito sob sigilo, informa o MP.

Denúncia anônima realizada há um ano apontava que o servidor público era sócio de uma empresa dedetizadora e a operação do Gaeco concluiu que o funcnionário morava no mesmo endereço da empresa, além de atuar como sócio oculto . "Logo, o fiscal estaria utilizando dessa condição privilegiada para oferecer serviços em troca da facilitação na emissão de licenças e alvarás", como constatou a Promotoria. 

 

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