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Sábado, 06 Janeiro 2018 10:41

Informações são referentes aos casos que necessitavam de encaminhamento hospitalar Destaque

Escrito por Assessoria
Informações são referentes aos casos que necessitavam de encaminhamento hospitalar Informações são referentes aos casos que necessitavam de encaminhamento hospitalar Foto: Assessoria

A Secretaria de Saúde de Toledo divulgou essa semana dados estatísticos referentes ao número de pacientes da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Doutor José Ivo Alves da Rocha, na Vila Becker. As informações são referentes aos casos que necessitavam um encaminhamento hospitalar. Quando isso ocorre, o médico responsável solicita uma vaga para a Central de Leitos Hospitalares, o chamado "clique".

No período de outubro a dezembro de 2017 a UPA clicou 396 pacientes. Destes, 338 foram transferidos. Ou seja, 85% do total de clicados. Outros 45 receberam alta médica, pois tiveram melhora, seis receberam alta à pedido e sete evadiram-se do local.

Dos pacientes transferidos, 110 foram de imediato, 63 em até um dia e 36 em até dois dias. Ou seja, 61,80% dos pacientes conseguiram uma vaga hospitalar em até 48 horas.

O diretor clínico e coordenador do Consamu da UPA, o médico Renato dos Santos Costa, explica que para o paciente, quanto antes ele conseguir sair da UPA e entrar em uma unidade hospitalar é melhor pra ele. "Existe alguns canais pra isso. Aquele paciente que não é tão grave, mas que precisa do acompanhamento de um especialista em uma unidade hospitalar é então clicado na Central de Leitos para poder aguardar o chamamento de um hospital", pontua.

O hospital de referência em Toledo é o Bom Jesus. "Além do Bom Jesus, nós também recebemos o chamamento de pacientes de outros hospitais, como o Hospital Universitário, o São Lucas e o Salete, ambos de Cascavel. Sempre dependemos da iniciativa e da disponibilidade de vagas do hospital. Por isso alguns podem demorar um pouco mais e outros casos o atendimento ser imediato".

Ele acrescenta que as transferências não dependem da equipe médica, nem administrativa da UPA ou mesmo do município. Para conseguir a vaga é necessário que o hospital acesse o pedido na Central de Leitos do Estado. Já os pacientes graves são regulados via Samu ou diretamente com a unidade hospitalar.

"É importante frisar que a equipe toda tem um empenho muito grande para tratar e transferir esse doente. Temos conseguido fazer isso em um tempo muito bom. A população muitas vezes desconhece. Essa semana recebemos um paciente, ele foi diagnosticado com infarto agudo do miocárdio e em menos de 30 minutos, com o apoio do Samu que transportou ele de helicóptero, estava fazendo a cirurgia no hospital do Coração Nossa Senhora Salete em Cascavel. Nem os grandes hospitais do Brasil conseguem fazer esse transporte num tempo tão curto", salientou o diretor.

O secretário de Saúde, Thiago Stefanello, reforça a importância da qualidade do clique. "O ideal seria que todos os pacientes fossem transferidos antes de 48h. Mas sabemos da dificuldade em encontrar leitos resolutivos na nossa região, e reconhecemos o esforço do Consamu e da Central Estadual de Leitos. Nesses últimos três meses, além dos pacientes que foram transferidos antes de 48h, podemos ressaltar que 32% tiveram transferência imediata, o que muitas vezes ocorreu com o helicóptero do Consamu custeado pelo Governo do Estado", acrescentou.

Ele afirma que controlar as estatísticas desses fluxos contribui para o planejamento de ações relacionadas ao próprio atendimento da unidade. Em breve a Secretaria de Saúde deve divulgar dados do Mini-hospital.

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