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Terça, 22 Maio 2018 15:32

Instalação de Lojas Francas provoca debates em Foz do Iguaçu

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ICVB reúne representantes do setor de turismo na cidade para debater vantagens de projeto ICVB reúne representantes do setor de turismo na cidade para debater vantagens de projeto Assessoria

O Iguassu CVB reuniu parte do empresariado que representa o setor do turismo em Foz do Iguaçu e se mostrou otimista com a instalação das Lojas Francas na cidade. Para o Convention, a nova modalidade de comércio vai potencializar a capacidade de eventos em Foz, o que representa reflexos diretos em hotéis, restaurantes, e em toda a economia.

A diretoria da Instituição também acredita que, por se tratar de investimento de capital, seria justo que os empresários tivessem liberdade para investir onde quisessem, desde que seguindo o plano de zoneamento e a legislação.

São empresários de hotelaria, gastronomia e também dos atrativos turísticos da fronteira. Para a diretoria do Convention, não é apenas esse setor que vai ser beneficiado pela instalação das Lojas Francas. Se a implantação das empresas ocorrer em toda a cidade, dentro da legislação que regula o zoneamento urbano, todos sairão ganhando pois vão atender os turistas que vierem para cá atrás de mais esse atrativo: as compras.

Outro ponto, destacado durante a reunião, é que se mantida a cota de US$ 300 de compras em cidades gêmeas de fronteira, como vem sendo pleiteado junto à Receita Federal, o comércio de Foz vai se tornar mais competitivo em relação ao Paraguai, por exemplo. Quanto mais investimentos, mais atrativos Foz vai oferecer e melhor vai ser para a cidade toda.

Interesses da cidade

O Sincofoz (Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade de Foz do Iguaçu), se reuniu na semana passada com os associados e também já se posicionou sobre o assunto. Para beneficiar a cidade como um todo, de acordo com o Sindicato, a liberação da instalação das lojas deve contemplar a cidade toda e não um ou outro local específico. Para os contadores, desde que o empresário tenha as condições fiscais e legais de investir em loja franca, deve ter a liberdade de abrir a loja onde quiser.

Na visão do Sindicato, com lojas instaladas em toda a cidade, haverá naturalmente um aumento na circulação de pessoas, beneficiando vários setores da economia local que irão atender essa demanda. E isso não impede que um grupo, caso tenha interesse, invista em uma estrutura localizada em um ponto turístico mais afastado do centro. Durante a reunião, a direção do Sindicato também deixou claro que essa questão da legislação precisa ser revista, embora já haja uma lei municipal sobre o assunto, e enfatizou que ao município cabe conceder alvarás de licença, desde que o empreendimento atenda às exigências legais, uma vez que há uma lei federal que permite a instalação de Lojas Francas em cidades gêmeas de fronteira.

Audiência Pública

Como ainda há algumas dúvidas quanto à instalação das lojas e ao funcionamento de alguns processos, a vereadora Inês Weizemann solicitou, e a Câmara aprovou, a realização de Audiência Pública sobre as Lojas Francas. O evento está marcado para o dia 25 de junho, a partir das 9 horas. Antes disso, ela vem se reunindo com representantes da comunidade, para divulgar informações, colher sugestões e posicionamentos.

O Tempo Agora

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